1 0 Tag Archives: flip

EVOKE VAI LÁ… NA FIM, 1a EXPO CALIGRÁFICA INDIVIDUAL DO FLIP

Inspirado em teorias apocalípticas, falsos profetas, incertezas, escrituras sagradas, profanas, escritores, moradores de rua acompanhado por números cabalísticos, Felipe Yung [aka FLIP] apresenta: “FIM“, sua primeira exposição caligráfica individual. Amanhã, 12/12/12, na loja/galeria King Cap SP – abertura às 12h, som n caixa a partir das 18h. A Evoke vai lá. E você, se for esperto, também.

MAIS

READ POST IN ENGLISH

ESTREIA DO MARKY RAMONE NA COLEÇÃO DE ÓCULOS DA EVOKE

Parece mentira, mas já faz um ano que o Marky Ramone entrou na coleção de óculos da Evoke. Uma versão fina do clássico aviador – com hastes revestidas à mão em couro e tudo -, o Evoke X Marky foi lançado em grande estilo, com uma baita festa no nosso QG, que contou até com a presença do Glen Matlock, fundador do Sex Pistols.  Como relembrar é viver, revemos aqui algumas fotos dessa noite memorável. Very Pleasant Dreams!

a festa de lançamento do óculos de sol evoke marky ramone contou até com glen matlockMarky Ramone e Glen Matlock. Dupla dinâmica do início do punk rock no sofá da Evoke. Orgulho é pouco.

MAIS

READ POST IN ENGLISH

VAI LÁ… FLIP NO MUBE

Encerra este domindo, 04 de março, a exposição do artista plástico Flip aberta desde o último dia 08 no Museu Brasileiro de Escultura de São Paulo, a Hentai, que explora o erotismo na cultura oriental e está animal (até rimou). Não vai perder!

MAIS

READ POST IN ENGLISH

Evoke entrevista William “Famiglia” Baglione

Herbert Baglione, Alexandre Cruz (Sesper), Felipe Yung (Flip) e Thais Beltrame, eles são a Famiglia Baglione um grupo de artistas de atuação global que é um dos destaques do cenário brasileiro e internacional de arte urbana contemporânea.

Herbert Baglione, Alexandre Cruz (Sesper), Felipe Yung (Flip) and Thais Beltrame form Famiglia Baglione, a group of global artists renowned in both the Brazilian and international contemporary urban art scenarios.

Uma das principais figuras da Famiglia Baglione, é William Baglione, irmão de Herbert Baglione que em 2006, após administrar a carreira de seu irmão por 12 anos, passa a ser responsável pela carreira de outros artistas em trabalhos coletivos e individuais. Nasce então a Famiglia Baglione, inspirada no conceito das famílias dos mafiosos italianos. Onde, sem julgamentos e a partir de um ponto de vista poético, a lealdade, a força e a honra prevalecem como condições fundamentais de sobrevivência.

One of the main characters of Famiglia Baglione is William Baglione, Herbert Baglione’s brother, who, in 2006, after managing the career of his brother for 12 years, became responsible for the career of other artists involved in collective and individual works. This is when Famiglia Baglione was created, inspired in the concept of the Italian mafia families. A concept without judgments and, from a poetic point of view, in which loyalty, strength, and honor prevail as fundamental conditions of survival.

Fizemos uma entrevista com Willian contando sobre sua carreira, famiglia, arte e futuro.

1. Acreditamos que seja muito difícil viver de arte no Brasil, conta um pouco da sua experiência e o início da sua carreira.

Em minha opnião o mundo é dividido em dois tipos de pessoas : as que fazem o que gostam e as que gostam do que fazem. Em 1994 resolvi que , nas minhas horas livres no Banco onde trabalhava , poderia cuidar das burocracias do meu irmão e artista Herbert Baglione. Nesses ciclos de vida onde vc para pra pensar em seguir em frente ou mudar o curso das coisas tomei uma decisão que mudou minha vida para sempre. Pedi as contas no banco e fui para a Austrália ….. quando voltei estava decidido que não queria mais ser tratado como um número e também vi no Mercado das artes uma oportunidade de unir pessoas talentosas e que são também amigos dispostos a trabalhar duro , confiar um no outro , ser leal e plural. Nascia ai a “mafiosa” Famiglia Baglione. Trabalhar com algo que te dá tesão todos os dias , saber que vc tem vocação pra fazer aquilo , abrir mão de sonhos triviais da sociedade contemporânea como estabilidade em emprego , assistência médica , férias , etc …. É para poucos e não é para fracos.

2. Você também representa artistas no Brasil, como é este trabalho e como funciona a escolha dos artistas e das galerias para expor estes trabalhos?

Atualmente represento só artistas brasileiros. Hoje é um total de 4. Não aceito novos artistas na Famiglia desde 2007 e ainda recebo pedidos diários de vários lugares do mundo. Escolher um novo irmão para meus filhos está relacionado a análise das mais criteriosas e todo dia os artistas que represento passam por provações porque o envolvimento está relacionado não só com o poder criativo , mas também com o tamanho de seu carácter e outros aspectos impossíveis de se medir utilizando teorias. Os valores que defendemos só valem para a Famíglia e não existe possibilidade de ser copiada. Com relação a escolha das galerias também vai do momento em que o mundo atravessa economicamente , do perfil do artista x perfil da galeria , se a agenda é flexivel , se o galerista é confiável …… então não existe uma regra , um padrão. Todas as propostas são analizadas considerando vários aspectos positivos e negativos.

3. O que você sugere para artistas, que querem se profissionalizar ? Como devem começar a expor seus trabalhos ?

Estamos em 2010 , quase em 2011. Trabalho com artistas que na minha visão fazem parte de uma cena que é a nova arte contemporânea e comparando ao tempo da história da arte não somos nada …. Ainda estamos engatinhando. Antes de saber a resposta de “como expor meus trabalhos” é necessário saber primeiro a resposta “Estou preparado para ser um artista ?” ou “o que pretendo com o meu trabalho ?”. Se eu tivesse o poder de aconselhar quem está iniciando diria que é necessário unir talento com pró-atividade , ser humilde e estudar muito todos os dias.

4. Como está a qualidade das produções dos artistas brasileiros em relação aos estrangeiros ?

Temos bons artistas e passamos por um momento muito positivos de exposições e eventos internacionais. Esse intercâmbio possibilita a troca de know how e todos tem a possibilidade de evoluir ….. mas mesmo com essa possibilidade muito artista fica no óbvio e na formula …. Acaba estacionado , parado no tempo.

5. Conta pra gente dos projetos e lançamentos da Famiglia Baglione para o futuro.

Bom , para este mês de setembro temos exposição coletiva com Thais Beltrame em SP , teremos uma pintura em lateral de prédio do centro de SP com o Herbert Baglione e exposição com toda a Famiglia na galeria de arte contemporânea Murilo Castro em Minas Gerais. Daqui até o final do ano tem muita coisa para acontecer e em breve vcs saberão.

We interviewed William, and he told us a bit about his career, the famiglia, art, and future.

1. We believe that it must be very hard to live off art in Brazil. Can you tell us a bit about your experience and how your career started?

In my opinion the world is divided into two types of people: those who do what they love and those who love what they do. Back in 1994, when I was still a bank employee, I decided that I could take care of my brother and artist Herbert Baglione’s bureaucratic stuff during my free hours at work. In these cycles of life in which you stop to think about either keep moving ahead or to change things, I made a decision that changed my life for good. I quit my job at the bank and headed for Australia ….. when I returned, I was decided to no longer be treated as a random number, and also saw in the art market an opportunity to gather talented people, friends who are willing to work hard, trust each other, be loyal and plural. This is when “mafia” Famiglia Baglione was born. To work with something that stimulates you every day, knowing that you have a gift for that, giving up trivial dreams of our contemporary society, such as job stability, medical care, vacation, etc… this is for a few brave ones out there.

2. You also represent artists in Brazil. How is this work and how do you choose artists and galleries for the exposition of these works?

I currently only represent Brazilian artists – a total of four. I do not accept new artists into the Famiglia since 2007 and I still get candidates on a daily basis from several places worldwide. Choosing a new brother or sister to my children is a process related to a very careful analysis, and every day represents a new challenge to my artists, because the involvement is not only related to their creative power, but also to their character and other aspects impossible to measure using theories. The values that we stand for apply only for our Famiglia and cannot be copied at all. The selection of the galleries takes into account the economic scenario of the planet, the profile of the artist and the profile of the gallery, if the schedule is flexible, if the gallery is reliable… therefore, there is not a rule, a pattern. All proposals are analyzed taking into account several positive and negative aspects.

3. What do you suggest to artists that want to live off art, go pro ? How should they start exposing their works ?

We are in 2010, almost 2011. I work with artists who, in my opinion, are part of a new scenario, the new contemporary art, and if you compare it to the time of art history, we are nothing… we are still crawling. Before knowing the answer to “how should I expose my works” you need to know the answer to “Am I ready to be an artist?” or “what do I want from my work?”. If I could give advice to any beginner, I would say that it is necessary to combine talent and pro-activity, be humble, and study a lot every day.

4. How is the quality of the production of Brazilian artists in relation to foreign ones ?

We have good artists and are undergoing a very positive moment in terms of international exhibits and events. This experience allows the exchange of know-how and everyone has the possibility to evolve ….. but even with this possibility, several artists fall into the obvious and in the formula …. They stagnate, stop in time.

5. Tell us about the projects and releases of Famiglia Baglione for the future.

Well, for September we have a collective exhibit with Thais Beltrame in São Paulo, the painting of the side of a building in downtown São Paulo with Herbert Baglione, and an exhibit with the entire Famiglia at the Murilo Castro art gallery, in Minas Gerais. A lot will happen until the end of the year and soon you’ll all know about it.

READ POST IN ENGLISH

EVOKE MAQUINARIA 2009

O Maquinaria Festival que aconteceu nos dias 7 e 8 de novembro, entrou para a história dos melhores festivais que aconteceram em solo brasileiro. Com uma organização impecável e estrutura de primeiro mundo o festival reuniu lendas do rock como Faith No More, Janes Addiction, Sepultura, Nação Zumbi, Deftones que levaram o público ao delírio.

O Lounge da Evoke na ára vip contou com a presença das meninas De Polainas que discotecaram no melhor estilo rock e roubaram a cena entre os intervalos dos shows, além de músicos e personalidades do mundo da moda. Outra atração foi o lançamento dos modelos da nova linha EVK FAST FORWARD assinados por artistas, que contou com a presença de todos eles, Flip, Flavio Samelo, Stephan Doitschnoff e Jorge Du Peixe da Nação Zumbi.

foto: Binho Nunes, Marcus Lavinius

lounge Evoke Maquinaria 2009
lounge Evoke Maquinaria 2009

Adriana Recchi e Marina Dias_lounge Evoke
Adriana Recchi e Marina Dias

lounge Evoke Maquinaria 2009_07
lounge Evoke

andreas kisser e jean dollabela do sepultura_lounge Evoke_02
Andreas Kisser e Jean Dolabela no lounge da Evoke

De Polainas rocking no lounge da Evoke
De Polainas bringing the house down

lounge Evoke Maquinaria 2009_05
Evk Limited Edition by Famiglia Bagliones – Flip e Flavio Samelo

lounge Evoke Maquinaria 2009_04
Evk Limited Edition by Stephan Doistchinoff

EVK by Jorge Du Peixe
Evk Limited Edition by Jorge Du Peixe
vista do Palco principal

flip_maquinaria copy
Flip

Familgia
Famiglia
Sepultura em ação no palco principal

lounge Evoke Maquinaria 2009_02
lounge evoke

READ POST IN ENGLISH



Contact Us
  • Add Us Facebook
  • Follow Us Twitter
  • See Us Flickr
  • Enjoy Us Instagram
  • Youtube / Vimeo